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Sam Smith quer performar no casamento do Principe Harry com Meghan Markle

Príncipe Harry e Meghan Markle anunciaram o noivado em uma Segunda Feira (27 de Novembro), mas parece que algumas das maiores estrelas Britânicas já estão empenhando sua reivindicação para se apresentar no local do casamento.

Sam Smith revelou que adoraria se apresentar no grande dia de Harry e Meghan que está pra acontecer no Castelo de Windsor no próximo mês de Maio.

Ele contou ao The Sun: “Estou obcecado. Eu quero cantar no casamento. Meu deus, eu amaria, seria um sonho!”

“Eu usaria um vestido e uma coroa” ele acrescentou.

O ultimo lançamento de Sam “The Thrill of It all” atingiu o topo dos charts ao redor do mundo, mas o cantor de 25 anos não está convencido de que seria convidado: “eles devem odiar a minha música”.

“Eu conheci o príncipe Harry uma vez, na estréia de James Bond… e ele também fez um lindo discurso no Attitude Awards, que foi muito, muito lindo!” afirmou Sam.

 

Fonte: Attitude

Album Review: Sam Smith derrama toda a sua melancolia em “The Thrill Of It All”

Se a três anos atrás Sam Smith chorava todas as suas pitangas através do “In The Lonely Hour” por uma decepção amorosa, em “The Thrill Of It All” observamos o amadurecimento de um homem já familiarizado com o coração partido, e que agora está aberto a falar sobre relações mais complicadas, o alcoolismo, religiosidade, inclusive sobre a sua sexualidade com franqueza, como não fez no primeiro disco. Dê play no final do post e continue lendo!

Produção de Jimmy Napes e Steve Fitzmaurice (seus principais colaboradores desde o início da carreira), “The Thrill Of It All”, é um álbum melancólico e romântico, que mostra perfeitamente a transição de um jovem vulnerável do In The Lonely Hour para um homem que obteve maturidade com as experiências vivenciadas – “Eu sei que você está pensando que eu sou frio; eu estou apenas protegendo minha inocência”, desabafa em “Too Good At Goodbyes”.

O cantor basicamente abre seu coração quase que acapela na maior parte do álbum, e, faz-nos imaginarmos dentro de uma igreja a cada uma das 14 faixas entoadas pela orquestra que o acompanha, como em “Pray”, uma sincera conversa com Deus sobre a sua ligação com a religião – a música é uma parceria com o produtor Timbaland.

Dessa vez Sam resolveu sair um pouco de sua zona de conforto trabalhando com o James Ryan Ho (Malay), que atualmente produziu para o Frank Ocean trazendo um estilo de hip-hop mais suave e no pop alternativo da cantora Lorde, podemos perceber as referências em “Say It First”.

Outra parceria que casou muito bem com uma mudança na vibe do cantor deixando o álbum menos previsível, foi com a banda de funk/soul Dap-Kings que emprestou seus instrumentais de sopros dando vida a faixas mais agitadas, como a “One Last Song” que tem uma cara de anos 60, “Midnight Train” e “Baby, You Make Me Crazy”, a música que na primeira vez ouvida você já decora o refrão e quer sair cantando no meio da rua.

De longe, “Burning” é a letra mais pessoal do disco e contém um instrumental único e grandioso. Já em “HIM”, Smith nos conta a história de um garoto que deseja assumir-se sexualmente ao seu pai e o mesmo tenta deixá-lo dividido entre sua orientação sexual e a religião – “Não tente me dizer que Deus não se importa com nós; é ele que eu amo”, canta seguido de um piano e o coro.

Em “No Peace” dueto com Yebba Smith, os dois disputam vocais e arranjos que dão uma presença belíssima a música, mas que infelizmente não chega a ser tão explosiva. Na faixa “Palace”, Sam aposta numa balada melódica e tradicional – “Ás vezes eu queria que nunca tivéssemos construído esse palácio; mas amor verdadeiro nunca é uma perda de tempo”, o cantor revela.

“Nothing Left For You” é a “I’ve Told You Now” dessa era, com um vocal sussurrado nos primeiros versos e a entrada do coro dando ênfase ao refrão, deixa clara a dor depositada nessa letra. Um ponto alto é a faixa que leva o título do álbum, “The Thrill Of It All”, destaque em cordas friccionadas, além do piano usado muitas vezes e o uso constante de falsetes no refrão, entregando sua devida sutileza como a “Scars”, um depoimento de Sam a seus pais que atualmente são divorciados.

Fechando o álbum com “One Day At A Time”, que fala sobre se desconectar do mundo caótico em que vivemos para poder se conectar somente a uma pessoa de uma forma simples e natural, observamos o lado completamente romântico do cantor.

É esse tipo de sonoridade que podemos esperar durante a carreira de Sam Smith, sem grandes mudanças no estilo musical, e sem comprometimento de nos entregar um disco para revolucionar a história da música pop, mas sempre colocando em primeiro plano sua voz, construída para emocionar.

Adquira o álbum pelas plataformas digitais por aqui.

Crítica inteiramente escrita por Lucas Kaique.

Sam Smith se apresenta no Today Show

Divulgando seu novo álbum “The Thrill Of It All”, lançado na última sexta-feira (03), o Sam se apresentou no programa “Today Show”, nos Estados Unidos. Ele cantou “Too Good At Goodbyes”, “Stay With Me” e pela primeira vez na TV, “One Last Song”. Confira:

Escute o “The Thrill Of It All”, o novo álbum do Sam Smith

A ESPERA ACABOU LITTLE SAILORS! Valeu a pena esperar três longos anos por essa obra de arte. O Sam se dedicou por inteiro neste álbum, com ajuda de Jimmy Napes, Timbaland, Stargate, entre outros produtores e nos entregou um álbum incrível, que está com uma recepção excelente pela crítica especializada do mundo todo. Você pode ouvir o álbum completo a seguir e deixe sua música favorita nos comentários.

Sam Smith está preparado para embarcar em uma nova turnê pelo continente Europeu no próximo ano, seguindo o lançamento de seu álbum, The Thrill Of It All

Os fãs deste continente ganharão a oportunidade de vê-lo apresentar suas novas e velhas canções em um show especial que está sendo produzido pela BBC One.

O especial de 1 hora vai ao ar dia 9 de Novembro e mostrará o ganhador de um Oscar e Grammys performar as músicas de seu novo álbum, e também, suas faixas mais clássicas. Sam também terá uma conversa com Fearne sobre sua carreira, musica e vida pessoal.

 

Sam estará performando as músicas durante o BBC Concert Orchestra que irá mostrar seus hits como você nunca viu antes. Ele também irá performar faixas de seu novo álbum.

“Eu estou honrado e muito agradecido pela BBC ter me dado essa oportunidade de mostrar algumas de minhas novas músicas de meu album nesse maravilhoso show intismista. Mal posso esperar pra cantar algumas músicas antigas e ter um grande coral cantando junto a todos.” disse Sam.

 

Sam anunciou que está de volta em turnê através de seu Twitter, postando uma lista de datas para seus shows ao vivo no Reino Unido e na Europa.

A turnê leva o nome de seu álbum “The Thrill of It All”, o segundo álbum de estudio de Sam Smith, contendo as faixas “Too Good At Goodbyes e seu novo single “Pray”.

O ganhador de Grammys, que carregou o preço da trilha sonora de James Bond, Writings on the Wall, estará em turnê pela Europa no ano que vem, do dia 20 de Março até o dia 18 de Maio. A turnê pelo Reino Unido tomará lugar durante o dia 20 de Março até o dia 7 de Abril.

Confira o que a crítica especializada achou do “The Thrill Of It All”

O “The Thrill Of It All”, segundo álbum de estúdio do Sam Smith, já está sendo avaliado pela crítica especializada, com opiniões bem positivas no geral. Confira o que os críticos estão dizendo sobre o novo álbum:

NEWSDAY

Nota: 3,5 de 4 estrelas

O segundo álbum mostra a crescente confiança de Sam Smith

Sam Smith está de volta com um álbum de segundo ano, “The Thrill of It All”, cheio de mais histórias de desilusão e amor não correspondido. Mas ao contrário de sua impressionante estréia em 2014 com “In the Lonely Hour”, Smith agora canta de uma posição mais forte e confiante, que se reflete na música.

Para “The Thrill of It All”, o cenário musical é muito melhor do que em sua estréia, embora a voz de Smith ainda seja suficientemente distinta e poderosa o suficiente para dominar todas as músicas.

“Pray” é o exemplo mais ousado de sua força vocal, como ele extravagantemente tira as notas do coro, estendendo-as de maneira que outros cantores teriam feito através de truques tecnológicos. As torções vocais de Smith fazem que o seu canto sobre a decisão de rezar pareça ainda mais pungente. “HIM”, onde Smith declara seu amor por outro homem e aceita as conseqüências, é a sua afirmação lírica mais ousada, cantando com força: “Não tente me dizer que Deus não cuida de nós, é ele que eu amo”.

Entretanto, Smith pode ser o mais bem sucedido, quando ele transforma a alma de Memphis da velha escola por “Baby, You Make Me Crazy”, extraindo energia da seção de metais e os vocalistas de apoio para criar seu momento musical mais edificante e uma das melhores músicas do ano, mesmo que seja sobre outra luta num relacionamento.

Às vezes, a tristeza de Smith torna-se um tanto irresistível, mas sua voz continua sendo uma maravilha, fazendo “The Thrill of It All” uma declaração ainda mais poderosa do que seu emocionante álbum de estréia.

SLANT

Nota: 3,5 de 5 estrelas

“É tentador ler o título do álbum ironicamente, mas, por mais dolorido do que Smith, ele também está envolvido e vivo, canalizando seus demônios para músicas que são imediatamente acolhedoras, calorosas e com a alma.”

“Isso não quer dizer que o conservadorismo do álbum não deixa algumas perguntas sobre a direção de onde Smith se dirigiu. Ele aprofundou seu ofício sem expandir-se exatamente, o que faz com que “The Thrill of It All” se sinta mais como uma refinada que uma nova aventura ousada “.

The Independent 

Nota: 4 de 5 estrelas

“A voz de Smith continua sendo uma coisa maravilhosa para se admirar. Na “One Last Song” de com estilo antigo de Soul, ele varre suavemente em um alto tenor claro sem escapar da falsetto, evocando assim uma conexão emocional mais genuína; e seus toques de vibrato em “Burning” são sutilmente controlados, contra os coros de apoio corais que dão ao álbum um poderoso sabor evangélico.”

Metro

Nota: 2 de 5 estrelas

“Mesmo para a orelha não educada, é óbvio que o cantor de 25 anos é um ninja temerário da técnica vocal. O que torna a “emoção” nesse título duplamente desconcertante, porque não se relaciona com nada nesse estilo e conscientemente “movendo” o soul-blues definido…”

“As emoções são notoriamente confusas, mas o material controlado de Smith não reflete nada disso. Se “The Thrill Of It All” tivesse mais constipação, viria com compridos laxantes “.

Consequence Of Sound

Nota: B

“Mesmo em um álbum de 10 canções, ‘The Thrill of It All’ tem um ponto maçante ou dois… mas estes são pequenas coisas triviais, e em estimulantes 35 minutos, o álbum é tão bem construído que passa voando rapidamente por qualquer ponto ruim.

Se sentindo muito confortável; aos 25 anos, Smith ainda pode cantar fora do tipo de canções de amor que ele poderia cantar quando ele tinha 20 anos. Mas ele também cresceu e ‘The Thrill of It All’ é ainda melhor quando ele sai da sua zona de conforto.”

Rolling Stone

Nota: 4 de 5 estrelas

“O segundo álbum de Smith mostra um dos vocalistas mais poderosos e expressivos de sua geração.”

“HIM” eleva um conjunto de canções brilhantemente cantadas em um potente álbum conceitual que universaliza o desamor de um ponto de vista distintamente LGBTQ. Sim, as batidas mágicas de “Latch” são perdidas. Mas aqui estamos esperando uma remix para boates de “HIM”, que irá dominar os clubes gay nos próximos anos.”

EW

Nota: B

“Uma dessas é a surpreendente “HIM”. Ajudado por um coro, a música é construída a partir de baladas de piano estelares para evangelho tremendo. O som é tradicional, mas o assunto de Smith é: o ponto é o encontro de um homem lutando para reconciliar seu amor com sua fé cristã. “HIM” combina um desempenho pungente com uma mensagem poderosa e, ao fazê-lo, faz o que outras faixas não fazem – realmente emociona.”

The Guardian

Nota: 3 de 5 estrelas

“É uma pena, e uma oportunidade perdida. Há um certo poder para The Thrill of It All, mas poderia ter sido um álbum muito mais potente se eles tivessem demitido o polonês um pouco. Ainda assim, nada disso pode prejudicar as chances de Smith de replicar o sucesso do platinado álbum de sua estréia “In The Lonely Hour”. Se as contribuições de Adele para o tipo de álbuns de fim de relacionamento nos ensinaram qualquer coisa, é que milhões de pessoas em todo o mundo não são contrárias a mais do mesmo.”

The Sun

“O cantor transforma a dor em triunfo com seu segundo álbum”

“O músico Sam Smith entrega um álbum que valeu a pena esperar três anos desde a sua estréia em 2014”

LA Times

“The Thrill of It All” demonstra o impressionante crescimento de Smith como vocalista e compositor.”

Sam Smith fala sobre autodestruição e como isso refletiu em seu novo álbum

Como um adolescente, Sam Smith estava dormindo fora para compra de ingressos para o show da Lady Gaga, ficando na primeira fila para assisti-la cantar sobre o monstro que é a fama.

Foi apenas fora de sua adolescência que Sam Smith obteve o emprego que ele sempre quis – músico – e vendeu 12 milhões de cópias do seu disco de estréia ‘In the Lonely Hour’ no ano de 2014 em uma época em que até um milhão de vendas de álbuns se tornou notável para um novo artista.

A In The Lonely Hour Tour tinha hits como Stay With Me, Like I Can e I’m Not the Only One, terminou em Brisbane em dezembro de 2015, Smith deliberadamente escorregou sob o mesmo radar que ele estava tentando obter quando contratou seu primeiro gerente aos 11 anos.

Smith apareceu no Oscar em fevereiro do ano passado, depois de ter sido nomeado para a categoria Best Song da trilha sonora de James Bond com a música “Writing’s on the Wall” (ironicamente concorrendo com Lady Gaga). Não entusiasmado com a performance da noite e esperando perder, Smith carregada um frasco de tequila, estava no auge do que ele chama de “autodestruição” do período.

Quando ele e o co-escritor Jimmy Napes ganharam, Smith disse que havia lido um artigo que Ian McKellen escreveu dizendo que nenhum homem abertamente gay ganhara um Oscar. Smith disse no palco “se este for o caso, mesmo que não seja o caso”, ele queria dedicar o prêmio à comunidade da LGTBQ e disse que ele era um “homem gay orgulhoso” que esperava a igualdade.

O que ele conseguiu foi uma grande repercussão. Acontece que McKellen estava se referindo a prêmios de ator e no after party Elton John apontou para Smith dizendo que ele já havia ganhado um Oscar. O escritor Dustin Lance Black também se afirmou no Twitter.
Smith encontrou-se desconectado e recuando.

“Eu tento não ler nada sobre mim agora”, admite Smith. “Eu também sou muito sensível. Eu escolho não fazê-lo. A coisa do Oscar realmente me mudou. Fiquei realmente chateado com isso. Foi um erro genuíno. Claro, eu sei que não era o único homem a ganhar um Oscar, minha boca e minha cabeça simplesmente não trabalharam juntos naquela noite porque eu estava com absoluta descrença que havia acabado de ganhar um Oscar.”

“Minhas intenções eram boas e tudo se virou contra mim o que me deixou chateado. Mas eu encontrei a paz com isso agora e venho em paz com o fato de que vou cometer erros. Estou orgulhoso disso, não quero ser um robô. Quero cometer erros. É assim que você aprende. De vez em quando, alguma coisa vai aparecer no meu telefone ou vou tocar acidentalmente em algo que me deixará triste. Mas é parte do meu trabalho, não é?”

Smith está lentamente voltando ao trabalho. Ele sentiu que ficaria mais protegido em entrevistas, tornando-se transparente como se fosse seus conhecidos, para se salvar do sofrimento. Mas não aconteceu.

“Depois da maioria das entrevistas, encontro-me sentado com a minha gestão tipo ‘P****, eu falei demais?’ Mas f*** ** isso. Não estou aqui para me filtrar. Eu sou um humano. Tenho 25 anos. Eu realmente não sei o que estou fazendo e ainda estou tentando descobrir o que estou fazendo e o que estou tentando dizer”.

Naquele intervalo entre os álbuns, uma dieta alterou sua imagem e o introduziu num mundo onde obteve mais benefícios para sua saúde.
“As pessoas não me reconheceram tanto, acho que perder peso ajudou”, diz Smith. “Eu também me mantenho sozinho quando estou fora. Quando estou fora de clubes em Londres, as pessoas respeitam o fato de eu estar apenas bebendo com meus amigos. É tudo sobre como você se mantém”.

Ele comprou uma casa em Londres e vive lá com sua irmã, bem como casas para sua mãe e pai. E muito queijo. “Eu honestamente gasto todo o meu dinheiro com queijo”. Mesmo com seu hábito de comer muito queijo, ele manteve o peso.“Eu apenas mudei a maneira como eu como”, diz ele. “Não parece mais uma dieta. Ainda amo comida “.

Alguns dos períodos de “autodestruição” de Smith foram capturados em seu segundo álbum The Thrill Of It All. Fumar é um tema recorrente que se destaca em várias de suas músicas.

“Sim, comecei a fumar no ano passado”, admite Smith de má vontade. “Eu lutei pra tentar parar. Havia um pouco de autodestruição no ano passado com certeza, quando eu fumava muito. Fica ligado e desligado agora”. Depois, houve a bebida – o que ele cessou, dado que ele precisa de sua voz para deveres da profissão – e namorar, mas viver a vida como um jovem de 25 anos regular foi crucial para a nova inspiração.

“Eu tenho que voltar para como minha vida era antes”, diz Smith. “Eu vivo em uma casa mais agradável, eu viajo e conheço restaurantes realmente agradáveis de vez em quando, mas, além disso, eu me sinto como o mesmo cara de antes. Para mim, essa foi a melhor parte de toda essa experiência – saber que eu poderia voltar para esse lugar”.

Smith fez cover das músicas de Amy Winehouse e Whitney Houston e admite ser movido pelos documentários “desesperadamente tristes” sobre as vidas e mortes de ambas cantoras.

“Esses documentários devem ser uma lição para todos os outros sobre como tratar a fama”, diz ele. “Há essa ilusão de que todos que encontram a fama dá início a uma entrada para a vida eterna, a felicidade ou a pura felicidade. É o contrário. As pessoas que são muito emocionais e sensíveis que realmente apenas compõem canções pelo amor da música, mas ficam presas no mundo da fama, precisam ser cuidadosas. Você tem que ter as pessoas certas ao seu redor, sua família tem que estar a bordo e apoiá-lo e colocar o seu coração antes do seu talento”.

Smith lutou com a forma de escrever sobre sua nova vida.
“Era importante para mim falar sobre isso, porque essa é a minha honestidade. Mas eu não queria falar sobre isso demais porque acho que não é possível. Mas também foi uma grande parte da minha vida nos últimos três anos, concordando com tudo que aconteceu”.

Ele também lidou com uma antiga gravadora ganhando seu sucesso, liberando música antiga que ele gravou, até cenas de um vídeo promocional com imagens antigas de Smith aos 15 anos.
“No começo, eu achei difícil. Mas agora eu olho para trás e estou meio orgulhoso de tudo que está por aí. Eu estive cantando desde os 11 anos, eu tinha meu primeiro gerente aos 11, fiz esse álbum quando tinha 15 anos. Eu acho que mostra às pessoas que eu venho tentando por muito tempo. Tudo faz parte do meu DNA, quem eu sou e minha história “.

A canção mais emotiva do disco The Thrill Of It All não é sobre um relacionamento, mas sim uma música chamada ‘Him’. É uma história de um menino com seu pai, e Smith canta “Don’t you try and tell me God doesn’t care for us, it is him I love” com um coro gospel para companhia. “Ele é a minha versão de um hino”, diz Smith sobre o seu jogo de palavras.

“Foi importante para mim falar sobre minhas opiniões sobre esse assunto neste álbum em vez de apenas sobre o amor e meus relacionamentos. Eu tenho 25 anos com opiniões.” Smith realmente o escreveu em Sydney na manhã após uma noite no clube gay Stonewall. “Eu lembro de estar inspirado e querendo escrever uma música chamada Him e eu realmente a escrevi no chuveiro”.

E a referência religiosa na música?
“Foi apenas o que saiu de mim, houve um pouco de raiva quando escrevi aquelas palavras. As pessoas vão ver coisas diferentes nessa música. Eu não diria que sou religioso, sou mais uma pessoa espiritual. Fui para a escola católica toda a minha vida. Há partes de todas as religiões com as quais eu concordo e partes de todas as religiões com as quais não concordo”. Smith orgulha-se de estar numa época em que ele pode escrever uma música com pronomes masculinos.

É uma ótima coisa, precisamos falar mais sobre isso. Sinto-me tão afortunado de fazer música. Eu sei que as coisas foram muito mais difíceis no passado, mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Ainda não sinto que tudo é onde deveria estar. Veremos quando eu começar a cantar em algumas partes do mundo. Espero que as pessoas escutem e aceitem, mas há pessoas que não aceitam. Eu recebo abusos homofóbicos diariamente nas mídias sociais”.

Smith foi particularmente destruído pela surpresa da morte de George Michael, uma grande influência em muitos níveis.
“Enquanto eu estava fazendo música, ele se tornou ainda mais uma inspiração. Eu olhei para ele como um modelo a seguir como um artista gay na música pop. Eu assistia às suas entrevistas o tempo todo e como ele se segurava. Adorava quão falho ele era. Ele era um superstar, mas também um humano ao mesmo tempo, isso é inspirador para mim. Ele não era um robô.”

O britânico sabe que, como é um dos poucos cantores abertamente homossexuais no mainstream, especialmente aquele que nunca foi fechado, sua sexualidade sempre será um tópico.
“Já me fizeram perguntas muito pesadas em entrevistas que eu não acho que outros artistas tenham que responder. Eu não estou quebrando, mas é intenso e é tudo por causa da minha sexualidade. Estou disposto a responder. Estou constantemente tentando dizer o que é certo. Eu vou escapar algumas vezes, mas estou fazendo o meu melhor.”

“Parte de toda essa experiência é que eu assumir a responsabilidade. Estou falando por uma comunidade. Pode ser prejudicial se você disser o que é errado. Preciso assumir a responsabilidade por isso. E eu tenho. Aprendi muito mais sobre minha história como um homem gay desde aquela noite do Oscar. Estou sempre tentando trabalhar em ser uma pessoa melhor “.

E enquanto ele tem que fugir do abuso homofóbico, e mesmo dos trilhos de sua própria comunidade, Smith sabe de primeira mão o poder da conexão de pessoas que precisam ouvir sua voz.
“É o motivo para estar fazendo isso. A imprensa e o centro da cidade são uma coisa, mas estou realmente tentando alcançar as crianças no meio do nada. Como eu. Cresci em um bairro no meio do nada. Eu me virei para George Michael, ele era minha fuga. Suas palavras foram minha fuga. Isso é o que eu quero tentar ser.”

Ele retornará ao seu “lar longe de casa” em Sydney para um show lotado em janeiro (com doações para instituições de caridade LGBTQ), e uma turnê nacional completa em 2018. “Eu quero que o show seja realmente espiritual”, diz ele. “Eu quero que seja romântico e delicado. Eu quero que as pessoas saiam tipo ‘Uau, isso foi lindo’. “

Fonte/Adaptado

 

Sam Smith lança inédita “Burning”

O Sam Smith lançou nesta quinta-feira (26) mais um inédita do “The Thrill Of It All” que será lançado no dia 3 de novembro. A faixa “Burning” é a terceira revelada do novo álbum até o momento, sendo foi produzida por Jimmy Napes e  

 

LETRA:

I’ve been burning
Yes, I’ve been burning
Such a burden
This flame on my chest
No insurance to pay for the damage
Yeah, I’ve been burning up since you left

I’ve been smoking, oh
More than twenty a day
Blame it on rebellion
Don’t blame it on me
Wish I was younger
Back to the nineteenth of May
I had an open mind
Swore to never change

Funny how time goes by
Had respect for myself
That river ran dry
You reached a limit
I wasn’t enough
It’s like the fire replaced all the love

I’ve been burning
Yes, I’ve been burning
Such a burden
This flame on my chest
No insurance to pay for the damage
Yeah, I’ve been burning up since you left

Oh, have you ever called
I will burst straight back
Give you my forgiveness
And the shirt off my back
No friends to turn to
Yeah, I messed up that
Wish we could smoke again
Just for a day, oh

Funny how time goes by
Had respect for myself
That river ran dry
You reached a limit
I wasn’t enough
And it’s like the fire replaced all the love

I’ve been burning
Yes, I’ve been burning
Such a burden
This flame on my chest
No insurance to pay for the damage
Yeah, I’ve been burning up since you left

Yeah, I’ve been burning up since you left
Oh, I’ve been burning up since you left

TRADUÇÃO

Eu estive queimando
Sim, estive queimando
Um fardo
Essa chama no meu peito
Sem seguro para pagar os danos
Sim, estive queimando desde que você me deixou

Eu tenho fumado, oh
Mais de vinte cigarros por dia
A culpa é da rebelião
Não me culpe
Gostaria de ser mais jovem
De volta ao dia dezenove de maio
Eu tinha uma mente aberta
Jurou nunca mudar

Engraçado, como o tempo passa
Tinha respeito por mim mesmo
Aquele rio secou
Você atingiu um limite
Eu não era suficiente
É como se o fogo substituísse todo o amor

Eu estive queimando
Sim, estive queimando
um fardo
Essa chama no meu peito
Sem seguro para pagar os danos
Sim, estive queimando desde que você me deixou

Oh, você já ligou
Vou explodir
Te dar meu perdão
E a camisa fora das minhas costas
Não há amigos para recorrer
Sim, eu estudei isso
Desejo que possamos fumar novamente
Só por um dia, oh

Engraçado, como o tempo passa
Tinha respeito por mim mesmo
Aquele rio secou
Você atingiu um limite
Eu não era suficiente
E é como se o fogo substituísse todo o amor

Eu estive queimando
Sim, estive queimando
um fardo
Esta chama no meu peito
Sem seguro para pagar os danos
Sim, estive queimando desde que você me deixou

Sim, estive queimando desde que você me deixou
Oh, eu tenho queimado desde que você me deixou

“Estava assustado das pessoas não quererem me ouvir cantar novamente”, diz Sam Smith

Sam Smith compareceu ao The Virgin Holidays Attitude Awards, feito pela Jaquar na noite de quinta-feira. O cantor de 25 anos, que recentemente criticou o voto por casamento igualitário na Austrália, revelou que ele estava emocionado em “celebrar ser gay”.

Falando com a Press Association, Sam disse: “Esse é o meu primeiro Attitude Awards e estou tão empolgado de estar ao redor de todos e celebrar ser gay com todos”. Smith acrescentou que está ansioso sobre o lançamento de seu segundo álbum, “The Thrill Of It All”.

“Me sinto realmente com sorte – eu estava muito assustado antes de lançar minhas novas músicas, das pessoas não quererem me ouvir cantar novamente, me sinto muito bem recebido nas últimas semanas”. Ele continua: “Eu amo cantar, senti falta de estar fora, cantar ao vivo e conhecer os fãs. Estar com os fãs me faz feliz, essa é a única maneira que eu posso explicar”.

Os prêmios Virgin Holidays Attitude, desenvolvidos pela Jaguar, viram alguns dos maiores nomes do Roundhouse de Londres na noite de quinta-feira, dia 12, celebrar o ótimo e bom da comunidade LGBT+ e seus aliados.

Apoiando a Elton John AIDS Foundation por um sexto ano, os prêmios anuais são dedicados a honrar aqueles que inspiram e fazem mudanças, fazem as vidas LGBT+ mais fáceis, influenciam e entretêm ou simplesmente nos dão vida – confira uma lista completa de vencedores aqui.

Fonte\Adaptado