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Album Review: Sam Smith derrama toda a sua melancolia em “The Thrill Of It All”

Se a três anos atrás Sam Smith chorava todas as suas pitangas através do “In The Lonely Hour” por uma decepção amorosa, em “The Thrill Of It All” observamos o amadurecimento de um homem já familiarizado com o coração partido, e que agora está aberto a falar sobre relações mais complicadas, o alcoolismo, religiosidade, inclusive sobre a sua sexualidade com franqueza, como não fez no primeiro disco. Dê play no final do post e continue lendo!

Produção de Jimmy Napes e Steve Fitzmaurice (seus principais colaboradores desde o início da carreira), “The Thrill Of It All”, é um álbum melancólico e romântico, que mostra perfeitamente a transição de um jovem vulnerável do In The Lonely Hour para um homem que obteve maturidade com as experiências vivenciadas – “Eu sei que você está pensando que eu sou frio; eu estou apenas protegendo minha inocência”, desabafa em “Too Good At Goodbyes”.

O cantor basicamente abre seu coração quase que acapela na maior parte do álbum, e, faz-nos imaginarmos dentro de uma igreja a cada uma das 14 faixas entoadas pela orquestra que o acompanha, como em “Pray”, uma sincera conversa com Deus sobre a sua ligação com a religião – a música é uma parceria com o produtor Timbaland.

Dessa vez Sam resolveu sair um pouco de sua zona de conforto trabalhando com o James Ryan Ho (Malay), que atualmente produziu para o Frank Ocean trazendo um estilo de hip-hop mais suave e no pop alternativo da cantora Lorde, podemos perceber as referências em “Say It First”.

Outra parceria que casou muito bem com uma mudança na vibe do cantor deixando o álbum menos previsível, foi com a banda de funk/soul Dap-Kings que emprestou seus instrumentais de sopros dando vida a faixas mais agitadas, como a “One Last Song” que tem uma cara de anos 60, “Midnight Train” e “Baby, You Make Me Crazy”, a música que na primeira vez ouvida você já decora o refrão e quer sair cantando no meio da rua.

De longe, “Burning” é a letra mais pessoal do disco e contém um instrumental único e grandioso. Já em “HIM”, Smith nos conta a história de um garoto que deseja assumir-se sexualmente ao seu pai e o mesmo tenta deixá-lo dividido entre sua orientação sexual e a religião – “Não tente me dizer que Deus não se importa com nós; é ele que eu amo”, canta seguido de um piano e o coro.

Em “No Peace” dueto com Yebba Smith, os dois disputam vocais e arranjos que dão uma presença belíssima a música, mas que infelizmente não chega a ser tão explosiva. Na faixa “Palace”, Sam aposta numa balada melódica e tradicional – “Ás vezes eu queria que nunca tivéssemos construído esse palácio; mas amor verdadeiro nunca é uma perda de tempo”, o cantor revela.

“Nothing Left For You” é a “I’ve Told You Now” dessa era, com um vocal sussurrado nos primeiros versos e a entrada do coro dando ênfase ao refrão, deixa clara a dor depositada nessa letra. Um ponto alto é a faixa que leva o título do álbum, “The Thrill Of It All”, destaque em cordas friccionadas, além do piano usado muitas vezes e o uso constante de falsetes no refrão, entregando sua devida sutileza como a “Scars”, um depoimento de Sam a seus pais que atualmente são divorciados.

Fechando o álbum com “One Day At A Time”, que fala sobre se desconectar do mundo caótico em que vivemos para poder se conectar somente a uma pessoa de uma forma simples e natural, observamos o lado completamente romântico do cantor.

É esse tipo de sonoridade que podemos esperar durante a carreira de Sam Smith, sem grandes mudanças no estilo musical, e sem comprometimento de nos entregar um disco para revolucionar a história da música pop, mas sempre colocando em primeiro plano sua voz, construída para emocionar.

Adquira o álbum pelas plataformas digitais por aqui.

Crítica inteiramente escrita por Lucas Kaique.

Sam Smith surpreende noivas ao aparecer em cerimônia de casamento

Sam Smith pode ter um Oscar e milhões de álbuns vendidos, mas isso não o impede de cantar em algum casamento.

Sam abalou as duas noivas quando ele apareceu para tocar alguns dos seus hits. Lisa Best, de 48 anos, estava se preparando para casar-se com o amor da sua vida, Bec Baran, de 40 anos, quando Sam apareceu na recepção do casamento. Tampouco sabiam as recém-casadas que a surpresa estava guardada com a adorável sobrinha Lisa, e Katie, que organizou o acordo com Sam Smith na BBC.

Sam esperava secretamente nos bastidores enquanto as duas mulheres trocavam os votos. Então ele deu ao casal e aos seus amados o abalo das suas vidas quando ele adentrou. Lisa disse: “Quando ele caminhou através da entrada eu pensei, ‘Uau, isso é realmente o Sam Smith, isso não acontece com a gente’. Todos os meus amigos e os de Bec, e toda a família estavam realmente estremecidos. Era outro nível. O dia foi totalmente brilhante e então ter o Sam Smith vindo cantar para nós foi a cereja do bolo”. 

Sam disse à BBC: “Ser parte do dia de alguém como esse significa o mundo para mim. Elas estão muito apaixonadas e é apenas inacreditável. Elas estão apaixonadas e é lindo. Eu amo tanto casamentos… esse foi o meu primeiro casamento LGBT e foi incrível. Estar lá e ver você fazer aquilo na frente de sua família e amigos é muito inspirador”.

Fonte\Adaptado

 

Escute o “The Thrill Of It All”, o novo álbum do Sam Smith

A ESPERA ACABOU LITTLE SAILORS! Valeu a pena esperar três longos anos por essa obra de arte. O Sam se dedicou por inteiro neste álbum, com ajuda de Jimmy Napes, Timbaland, Stargate, entre outros produtores e nos entregou um álbum incrível, que está com uma recepção excelente pela crítica especializada do mundo todo. Você pode ouvir o álbum completo a seguir e deixe sua música favorita nos comentários.

Sam Smith está preparado para embarcar em uma nova turnê pelo continente Europeu no próximo ano, seguindo o lançamento de seu álbum, The Thrill Of It All

Os fãs deste continente ganharão a oportunidade de vê-lo apresentar suas novas e velhas canções em um show especial que está sendo produzido pela BBC One.

O especial de 1 hora vai ao ar dia 9 de Novembro e mostrará o ganhador de um Oscar e Grammys performar as músicas de seu novo álbum, e também, suas faixas mais clássicas. Sam também terá uma conversa com Fearne sobre sua carreira, musica e vida pessoal.

 

Sam estará performando as músicas durante o BBC Concert Orchestra que irá mostrar seus hits como você nunca viu antes. Ele também irá performar faixas de seu novo álbum.

“Eu estou honrado e muito agradecido pela BBC ter me dado essa oportunidade de mostrar algumas de minhas novas músicas de meu album nesse maravilhoso show intismista. Mal posso esperar pra cantar algumas músicas antigas e ter um grande coral cantando junto a todos.” disse Sam.

 

Sam anunciou que está de volta em turnê através de seu Twitter, postando uma lista de datas para seus shows ao vivo no Reino Unido e na Europa.

A turnê leva o nome de seu álbum “The Thrill of It All”, o segundo álbum de estudio de Sam Smith, contendo as faixas “Too Good At Goodbyes e seu novo single “Pray”.

O ganhador de Grammys, que carregou o preço da trilha sonora de James Bond, Writings on the Wall, estará em turnê pela Europa no ano que vem, do dia 20 de Março até o dia 18 de Maio. A turnê pelo Reino Unido tomará lugar durante o dia 20 de Março até o dia 7 de Abril.

Sam Smith fala sobre autodestruição e como isso refletiu em seu novo álbum

Como um adolescente, Sam Smith estava dormindo fora para compra de ingressos para o show da Lady Gaga, ficando na primeira fila para assisti-la cantar sobre o monstro que é a fama.

Foi apenas fora de sua adolescência que Sam Smith obteve o emprego que ele sempre quis – músico – e vendeu 12 milhões de cópias do seu disco de estréia ‘In the Lonely Hour’ no ano de 2014 em uma época em que até um milhão de vendas de álbuns se tornou notável para um novo artista.

A In The Lonely Hour Tour tinha hits como Stay With Me, Like I Can e I’m Not the Only One, terminou em Brisbane em dezembro de 2015, Smith deliberadamente escorregou sob o mesmo radar que ele estava tentando obter quando contratou seu primeiro gerente aos 11 anos.

Smith apareceu no Oscar em fevereiro do ano passado, depois de ter sido nomeado para a categoria Best Song da trilha sonora de James Bond com a música “Writing’s on the Wall” (ironicamente concorrendo com Lady Gaga). Não entusiasmado com a performance da noite e esperando perder, Smith carregada um frasco de tequila, estava no auge do que ele chama de “autodestruição” do período.

Quando ele e o co-escritor Jimmy Napes ganharam, Smith disse que havia lido um artigo que Ian McKellen escreveu dizendo que nenhum homem abertamente gay ganhara um Oscar. Smith disse no palco “se este for o caso, mesmo que não seja o caso”, ele queria dedicar o prêmio à comunidade da LGTBQ e disse que ele era um “homem gay orgulhoso” que esperava a igualdade.

O que ele conseguiu foi uma grande repercussão. Acontece que McKellen estava se referindo a prêmios de ator e no after party Elton John apontou para Smith dizendo que ele já havia ganhado um Oscar. O escritor Dustin Lance Black também se afirmou no Twitter.
Smith encontrou-se desconectado e recuando.

“Eu tento não ler nada sobre mim agora”, admite Smith. “Eu também sou muito sensível. Eu escolho não fazê-lo. A coisa do Oscar realmente me mudou. Fiquei realmente chateado com isso. Foi um erro genuíno. Claro, eu sei que não era o único homem a ganhar um Oscar, minha boca e minha cabeça simplesmente não trabalharam juntos naquela noite porque eu estava com absoluta descrença que havia acabado de ganhar um Oscar.”

“Minhas intenções eram boas e tudo se virou contra mim o que me deixou chateado. Mas eu encontrei a paz com isso agora e venho em paz com o fato de que vou cometer erros. Estou orgulhoso disso, não quero ser um robô. Quero cometer erros. É assim que você aprende. De vez em quando, alguma coisa vai aparecer no meu telefone ou vou tocar acidentalmente em algo que me deixará triste. Mas é parte do meu trabalho, não é?”

Smith está lentamente voltando ao trabalho. Ele sentiu que ficaria mais protegido em entrevistas, tornando-se transparente como se fosse seus conhecidos, para se salvar do sofrimento. Mas não aconteceu.

“Depois da maioria das entrevistas, encontro-me sentado com a minha gestão tipo ‘P****, eu falei demais?’ Mas f*** ** isso. Não estou aqui para me filtrar. Eu sou um humano. Tenho 25 anos. Eu realmente não sei o que estou fazendo e ainda estou tentando descobrir o que estou fazendo e o que estou tentando dizer”.

Naquele intervalo entre os álbuns, uma dieta alterou sua imagem e o introduziu num mundo onde obteve mais benefícios para sua saúde.
“As pessoas não me reconheceram tanto, acho que perder peso ajudou”, diz Smith. “Eu também me mantenho sozinho quando estou fora. Quando estou fora de clubes em Londres, as pessoas respeitam o fato de eu estar apenas bebendo com meus amigos. É tudo sobre como você se mantém”.

Ele comprou uma casa em Londres e vive lá com sua irmã, bem como casas para sua mãe e pai. E muito queijo. “Eu honestamente gasto todo o meu dinheiro com queijo”. Mesmo com seu hábito de comer muito queijo, ele manteve o peso.“Eu apenas mudei a maneira como eu como”, diz ele. “Não parece mais uma dieta. Ainda amo comida “.

Alguns dos períodos de “autodestruição” de Smith foram capturados em seu segundo álbum The Thrill Of It All. Fumar é um tema recorrente que se destaca em várias de suas músicas.

“Sim, comecei a fumar no ano passado”, admite Smith de má vontade. “Eu lutei pra tentar parar. Havia um pouco de autodestruição no ano passado com certeza, quando eu fumava muito. Fica ligado e desligado agora”. Depois, houve a bebida – o que ele cessou, dado que ele precisa de sua voz para deveres da profissão – e namorar, mas viver a vida como um jovem de 25 anos regular foi crucial para a nova inspiração.

“Eu tenho que voltar para como minha vida era antes”, diz Smith. “Eu vivo em uma casa mais agradável, eu viajo e conheço restaurantes realmente agradáveis de vez em quando, mas, além disso, eu me sinto como o mesmo cara de antes. Para mim, essa foi a melhor parte de toda essa experiência – saber que eu poderia voltar para esse lugar”.

Smith fez cover das músicas de Amy Winehouse e Whitney Houston e admite ser movido pelos documentários “desesperadamente tristes” sobre as vidas e mortes de ambas cantoras.

“Esses documentários devem ser uma lição para todos os outros sobre como tratar a fama”, diz ele. “Há essa ilusão de que todos que encontram a fama dá início a uma entrada para a vida eterna, a felicidade ou a pura felicidade. É o contrário. As pessoas que são muito emocionais e sensíveis que realmente apenas compõem canções pelo amor da música, mas ficam presas no mundo da fama, precisam ser cuidadosas. Você tem que ter as pessoas certas ao seu redor, sua família tem que estar a bordo e apoiá-lo e colocar o seu coração antes do seu talento”.

Smith lutou com a forma de escrever sobre sua nova vida.
“Era importante para mim falar sobre isso, porque essa é a minha honestidade. Mas eu não queria falar sobre isso demais porque acho que não é possível. Mas também foi uma grande parte da minha vida nos últimos três anos, concordando com tudo que aconteceu”.

Ele também lidou com uma antiga gravadora ganhando seu sucesso, liberando música antiga que ele gravou, até cenas de um vídeo promocional com imagens antigas de Smith aos 15 anos.
“No começo, eu achei difícil. Mas agora eu olho para trás e estou meio orgulhoso de tudo que está por aí. Eu estive cantando desde os 11 anos, eu tinha meu primeiro gerente aos 11, fiz esse álbum quando tinha 15 anos. Eu acho que mostra às pessoas que eu venho tentando por muito tempo. Tudo faz parte do meu DNA, quem eu sou e minha história “.

A canção mais emotiva do disco The Thrill Of It All não é sobre um relacionamento, mas sim uma música chamada ‘Him’. É uma história de um menino com seu pai, e Smith canta “Don’t you try and tell me God doesn’t care for us, it is him I love” com um coro gospel para companhia. “Ele é a minha versão de um hino”, diz Smith sobre o seu jogo de palavras.

“Foi importante para mim falar sobre minhas opiniões sobre esse assunto neste álbum em vez de apenas sobre o amor e meus relacionamentos. Eu tenho 25 anos com opiniões.” Smith realmente o escreveu em Sydney na manhã após uma noite no clube gay Stonewall. “Eu lembro de estar inspirado e querendo escrever uma música chamada Him e eu realmente a escrevi no chuveiro”.

E a referência religiosa na música?
“Foi apenas o que saiu de mim, houve um pouco de raiva quando escrevi aquelas palavras. As pessoas vão ver coisas diferentes nessa música. Eu não diria que sou religioso, sou mais uma pessoa espiritual. Fui para a escola católica toda a minha vida. Há partes de todas as religiões com as quais eu concordo e partes de todas as religiões com as quais não concordo”. Smith orgulha-se de estar numa época em que ele pode escrever uma música com pronomes masculinos.

É uma ótima coisa, precisamos falar mais sobre isso. Sinto-me tão afortunado de fazer música. Eu sei que as coisas foram muito mais difíceis no passado, mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Ainda não sinto que tudo é onde deveria estar. Veremos quando eu começar a cantar em algumas partes do mundo. Espero que as pessoas escutem e aceitem, mas há pessoas que não aceitam. Eu recebo abusos homofóbicos diariamente nas mídias sociais”.

Smith foi particularmente destruído pela surpresa da morte de George Michael, uma grande influência em muitos níveis.
“Enquanto eu estava fazendo música, ele se tornou ainda mais uma inspiração. Eu olhei para ele como um modelo a seguir como um artista gay na música pop. Eu assistia às suas entrevistas o tempo todo e como ele se segurava. Adorava quão falho ele era. Ele era um superstar, mas também um humano ao mesmo tempo, isso é inspirador para mim. Ele não era um robô.”

O britânico sabe que, como é um dos poucos cantores abertamente homossexuais no mainstream, especialmente aquele que nunca foi fechado, sua sexualidade sempre será um tópico.
“Já me fizeram perguntas muito pesadas em entrevistas que eu não acho que outros artistas tenham que responder. Eu não estou quebrando, mas é intenso e é tudo por causa da minha sexualidade. Estou disposto a responder. Estou constantemente tentando dizer o que é certo. Eu vou escapar algumas vezes, mas estou fazendo o meu melhor.”

“Parte de toda essa experiência é que eu assumir a responsabilidade. Estou falando por uma comunidade. Pode ser prejudicial se você disser o que é errado. Preciso assumir a responsabilidade por isso. E eu tenho. Aprendi muito mais sobre minha história como um homem gay desde aquela noite do Oscar. Estou sempre tentando trabalhar em ser uma pessoa melhor “.

E enquanto ele tem que fugir do abuso homofóbico, e mesmo dos trilhos de sua própria comunidade, Smith sabe de primeira mão o poder da conexão de pessoas que precisam ouvir sua voz.
“É o motivo para estar fazendo isso. A imprensa e o centro da cidade são uma coisa, mas estou realmente tentando alcançar as crianças no meio do nada. Como eu. Cresci em um bairro no meio do nada. Eu me virei para George Michael, ele era minha fuga. Suas palavras foram minha fuga. Isso é o que eu quero tentar ser.”

Ele retornará ao seu “lar longe de casa” em Sydney para um show lotado em janeiro (com doações para instituições de caridade LGBTQ), e uma turnê nacional completa em 2018. “Eu quero que o show seja realmente espiritual”, diz ele. “Eu quero que seja romântico e delicado. Eu quero que as pessoas saiam tipo ‘Uau, isso foi lindo’. “

Fonte/Adaptado

 

Sam Smith se apresenta no “We Can Survive”

O Sam Smith se apresentou no último sábado (21), no evento “We Can Survive”, em Los Angeles. O evento é promovido todos os anos para arrecadar dinheiro para pessoas que estão lutando contra o câncer. Ele cantou no evento “I’m Not The Only One”, “Pray”, “Stay With Me”, “Like I Can” e “Too Good At Goodbyes”.  Confira fotos e vídeos:

 

Sam Smith doa um terço de sua venda de ingressos para ajudar campanha australiana de igualdade matrimonial

Sam Smith se juntou a uma série de outras celebridades internacionais recentemente estimulando os australianos a votar a favor do casamento do mesmo sexo, e agora o cantor e compositor do Reino Unido deu um passo adiante, doando um terço de sua venda de ingressos prospectivos em seu próximo show na Sydney Opera House.

A pergunta era: : “A lei deve ser alterada para permitir que os casais do mesmo sexo se casem?” A Australian Marriage Equality disse à SMH que a doação de Smith foi feita antes dos ingressos estarem à venda para ajudar a sua atual campanha nacional a fim de convencer os australianos a votar “Sim” no casamento do mesmo sexo. O restante servirá para serviços de apoio aos jovens LGBTQ. A campanha confirmou à Fairfax Media que Sam Smith já doou um terço dos lucros previstos do futuro concerto australiano, que deverá ser realizado no próximo ano em janeiro. Smith estará tocando na Sydney Opera House cuja capacidade é de mais de 2.000 pessoas.

Sam tornou-se a mais recente celebridade internacional a lançar seu apoio por trás do debate australiano sobre igualdade matrimonial, seguindo as postagens de mídia sociais que também são a favor entram na lista Elton John, Ellen DeGeneres e muito mais. Os resultados da pesquisa postal australiana serão anunciados dia 15 de novembro, após a votação no parlamento federal.

“Estava assustado das pessoas não quererem me ouvir cantar novamente”, diz Sam Smith

Sam Smith compareceu ao The Virgin Holidays Attitude Awards, feito pela Jaquar na noite de quinta-feira. O cantor de 25 anos, que recentemente criticou o voto por casamento igualitário na Austrália, revelou que ele estava emocionado em “celebrar ser gay”.

Falando com a Press Association, Sam disse: “Esse é o meu primeiro Attitude Awards e estou tão empolgado de estar ao redor de todos e celebrar ser gay com todos”. Smith acrescentou que está ansioso sobre o lançamento de seu segundo álbum, “The Thrill Of It All”.

“Me sinto realmente com sorte – eu estava muito assustado antes de lançar minhas novas músicas, das pessoas não quererem me ouvir cantar novamente, me sinto muito bem recebido nas últimas semanas”. Ele continua: “Eu amo cantar, senti falta de estar fora, cantar ao vivo e conhecer os fãs. Estar com os fãs me faz feliz, essa é a única maneira que eu posso explicar”.

Os prêmios Virgin Holidays Attitude, desenvolvidos pela Jaguar, viram alguns dos maiores nomes do Roundhouse de Londres na noite de quinta-feira, dia 12, celebrar o ótimo e bom da comunidade LGBT+ e seus aliados.

Apoiando a Elton John AIDS Foundation por um sexto ano, os prêmios anuais são dedicados a honrar aqueles que inspiram e fazem mudanças, fazem as vidas LGBT+ mais fáceis, influenciam e entretêm ou simplesmente nos dão vida – confira uma lista completa de vencedores aqui.

Fonte\Adaptado

Sam Smith fala sobre quem o inspirou a escrever “Too Good At Goodbyes”

Sam Smith abriu seu coração e conversou sobre a inspiração de seu single “Too Good At Goodbyes”, que foi sua sexta canção a chegar no topo das paradas no Reino Unido.

“É sobre um cara que conheci no ano passado”, disse Sam ao Newsbeat.

“Para ser sincero, esta música não é sobre ninguém, isso é sobre mim e como lido com um coração partido. Não se trata da outra pessoa. A outra pessoa foi realmente amável, o que tornou tudo muito mais difícil.”

Sam revelou que o resto do álbum “The Thrill Of It All” não será sobre corações partidos como seu álbum de estreia, o “In The Lonely Hour”, de 2014.

“‘Too Good At Goodbyes’ é uma das quatro músicas do álbum, que é sobre outra pessoa, um relacionamento em que eu estava”, diz Sam.

“Todo o resto do álbum é sobre outras coisas. Estou falando sobre outras coisas neste álbum como a fama, o mundo e os relacionamentos de outras pessoas”.

O novo álbum de Sam Smith, “The Thrill Of It All” já se encontra em pré-venda e será lançado no dia 3 de novembro.

Sam Smith fala sobre seu retorno triunfante em entrevista para a Billboard

Todos os dedos de Sam Smith balançavam suavemente no suporte do microfone, e quando sua música termina de ser cantada, o diretor solicita outra canção. O cantor olha brevemente para o céu ou pelo menos para as vigas mais altas da pequena igreja no leste de Londres. Ele esteve lá em uma leve tarde de setembro desde meio-dia para cantar algumas músicas do seu segundo álbum, The Thrill of It All, para fins do que a gravadora chama de “conteúdo extra”. Ao contrário de muito de seus colegas, que lançam um fluxo constante de conteúdo entre os álbuns para manter seus perfis e fãs atualizados, Smith ficou em silêncio durante um ano e meio. Seu ressurgimento no centro das atenções exige fanfarra.

A performance ao vivo deste dia será enviada nos próximos meses para o mundo on-line, anunciando o retorno da principal estrela masculina do soul britânico de sua geração. Enquanto suas músicas são altamente polidas e se tornam assuntos amigáveis de rádio, o principal ponto de venda de Sam Smith é sua admirável voz.

A maioria das estrelas do pop pode fazer sucesso com uma melodia, é claro, mas Smith o acumula com um toque dramático que traz à mente Gladys Knight, Whitney Houston, Amy Winehouse. É parte conteúdo, parte falsete, suave como gato persa, uma voz que Beyoncé chamou de “manteiga” e Mary J. Blige chama de “covers you” (algo como ‘cobertura’ ou ‘proteção’).

“Ele é um cantor fenomenal”, diz a artista britânica Jessie Ware, que tem sido uma amiga íntima de Sam há quatro anos. Ela diz que ele melhora cada vez mais. “Quando você o ver cantar ao vivo- como fez uma semana anteriormente, em um show secreto – é de tirar o fôlego: todo seu controle, técnica e emoção”.

“Não tive muita sorte na minha vida romântica, é verdade”, ele vai me contar. “Eu achei tudo isso muito difícil, e acho que em minhas músicas tudo acaba se espalhando”.

Na igreja, vestido com seda brilhante e algodão prensado, parecendo elegante em um tipo de Rat Pack, ele avalia a multidão reunida – equipe de produção, tipos de gravadoras, eu (entrevistador) – toda vez que ele chega ao final de uma música, como se buscando, na ausência de aplausos de fãs, a nossa aprovação.

Um dia depois, quando nos encontramos em sua gravadora sede em Londres, ele me disse que isso era precisamente o que ele estava procurando. “Sou muito consciente da minha voz de canto, sempre fui”.

Mesmo assim? Eu me pergunto. Mesmo depois de ter vendido um equivalente de 4,4 milhões de unidades de álbuns em seu álbum de estréia de 2014, In the Lonely Hour, nos Estados Unidos (segundo a Nielsen Music); ganhou quatro Grammy Awards; três prêmios Billboard Music Awards; e, ter ganhado um Oscar por “Writing’s on the Wall”, sua música-tema para o filme 2015 James Bond Spectre? Ele balança a cabeça ansiosamente. “Absolutamente! Agora mais do que nunca! Mesmo quando eu estou cantando no estúdio, sempre irei estudar os rostos das pessoas depois para ver se eu fiz um trabalho realmente bom “.

São quase cinco horas na igreja, e Smith repassa mais duas vezes a uma nova faixa, “Burning”. Como muitas músicas no novo álbum, “Burning” é um exercício de auto-flagelação. “Respect for myself?/That river ran dry”, ele canta. Uma vez terminado, ele pede para ouvir uma reprodução. Se ele gosta ou não do som de sua própria performance, ele não demonstra. Na conclusão, ele se prepara para sair. O diretor intervém. Podemos fazer uma tomada final, ele pergunta.

“Não”, diz Smith. “É o bastante. Está bem como está “.

Uma pausa. O comportamento da diva é perfeitamente aceitável para alguém com direitos genuinamente benéficos para esse rótulo, mas Smith não pode fazer a diva, pelo menos ainda não . Ele pode estar cansado e com fome, mas também é educado, uma pessoa agradável. Ele rapidamente cede e logo volta pra frente do microfone, balançando novamente. Enquanto ele canta, ele fecha os olhos para o mundo, e você percebe que a dor que ele sentiu quando escreveu a música é uma dor que ele ainda sente.

Vinte e quatro horas depois, a criança de 25 anos está reclinada em um sofá de couro em sua gravadora, vestida com um hoodie preto e calça jeans azulada, pés inclinados e esticados na frente dele. Em seu rosto, um sorriso ambíguo.

“Estou de bom humor”, ele anuncia. “Eu me sinto ótimo.”

Ele passa a mão por seus cabelos, que recentemente foram cortados o suficiente para fazer com que seus dedos passem por ele de um modo difícil pois não há o suficiente. Ele não perdeu apenas alguns centímetros no topo, mas também ao redor da cintura. Desde que os paparazzi tiraram fotos pouco aleatórias dele brincando em uma praia australiana alguns anos atrás (“eu parecia gordo, horrível”), ele se tornou um viciado em ginástica: três vezes por semana, treinador pessoal, muitos exercícios cardiovasculares, muitos pesos.

A perda de peso exagerou seus traços já distintivos – queixo forte; de largura, os olhos desenhados pela Disney – e alonga o sorriso que ele está exercendo mais largo ainda. Se ele é um daqueles vocalistas que consegue o que todas as estrelas do pop aspiram – fazendo o miserável parecer bonito – pessoalmente, sua flutuabilidade é desarmante.

“Mas eu sou uma pessoa feliz!”, Ele insiste. “Bem, na maioria das vezes. Mas eu costumo manter isso para mim e minha família. É quando eu vou ao estúdio que deixo minha tristeza. Eu acho mais fácil escrever músicas tristes do que alegres”.

Isto é confirmado no novo álbum. Se a sua estréia fosse “um gim e tônico com os amigos, queixando-se sobre garotos”, então este é um whisky tarde da noite, consumido sozinho. “É sombrio. Não é um disco feliz. “

“Eu queria escrever sobre como agora estou começando a abrir meus olhos, aos 25 anos, para o que está acontecendo no resto do mundo e que nem sempre é bonito”.

Seu primeiro single, “Too Good at Goodbyes”, co-escrito com StarGate, é uma tentativa de parecer uma armadura quando na verdade por dentro, está se lamentando. Para que seu exército de fãs vá embora convencidos de que o pobre homem é suicida, ele aponta que apenas três das 10 músicas do lançamento padrão (o deluxe tem 14) são sobre ele.

“Os outros são sobre situações em que meus amigos estão passando, ou o mundo em geral”, diz ele.

E assim, a faixa “Him” é um confessionário, enquanto “Pray”, uma balada evangélica em colaboração com Timbaland, foi motivado pelo tempo em que ele passou no Iraque com a caridade War Child.

Passei cinco dias em Mosul e voltei envergonhado de ter conhecido tão pouco sobre o mundo e as vidas de outras pessoas”, diz Smith. “Eu voltei para aquela ótima citação de Nina Simone, que é importante falar sobre os tempos em que você vive. Eu não fiz isso; Eu tinha escrito um monte de músicas sobre amor. Então eu queria escrever sobre como agora estou começando a abrir meus olhos, aos 25 anos, para o que está acontecendo no resto do mundo e que nem sempre é bonito”.

Mas a canção “Burning” acima mencionado é sobre a qual ele está mais orgulhoso, a música mais pessoal que ele escreveu até agora, ele comenta. “Such a burden, this flame on my chest”, ele canta em referência a um romance, mas também, ele ressalta, as pressões contínuas do sucesso global. A letra é outro tema que ele retorna com frequência: como é ser um jovem, homem gay com o mundo aos seus pés e como, em tal posição, a sanidade de alguém pode escorregar.

“Depois dos Oscars [em 2016], comecei a sair demais, não me respeitava, bebendo muito e fumando”, diz ele. “Normalmente eu sou bastante saudável, mas naquela época eu não estava, nem fisicamente nem mentalmente. Eu não estava cuidando de mim mesmo; Eu estava entrando num redemoinho. Perdi contato com meus amigos e com a família. Não foi bom.”

O fato de ele estar perpetuamente solteiro dificilmente ajudou (embora ele tenha sido recentemente fotografado em Nova York, de mãos dadas com o ator Brandon Flynn da série Os 13 Porquês). “Eu sinto que estou um pouco atrasado em meus relacionamentos”, ele confessa. “Eu gostaria de ter estado em um relacionamento de longo prazo nessa idade. Mas então, eu não me mudei para Londres até os 19 anos. Eu cresci em uma área onde eu era o único homem gay na escola, o único homen gay no meu bairro. Eu definitivamente ficaria emocionalmente mais rico agora se eu tivesse um relacionamento de longo prazo, mas se não foi fácil enquanto eu estava crescendo, não vai ser mais fácil para mim agora, não é? “

Smith foi criado em uma pequena cidade rural em Cambridgeshire, é o irmão mais velho de três (ele tem duas irmãs). Sua mãe era uma banqueira enquanto seu pai ficou em casa para criar a família. Smith descobriu que ele poderia cantar no início e desembarcou seu primeiro gerente – um pintor e decorador de meio período – aos 11 anos, assinando seu primeiro contrato de gravação com 16 anos. Mas o sucesso não se seguiu rapidamente.

Foi no final de 2012, aos 20 anos, que ele finalmente encontrou alguma tração. Ele foi destaque com a música “Latch” por Disclosure, que chegaria ao No. 7 no Billboard Hot 100 em 2014 no Reino Unido e, em 2013, o Naughty Boy com o single “La La La” (que atingiu a posição 19) . Foi por esse motivo que seu futuro chefe no Capitol Records UK, Nick Raphael, foi tranferido expressando: “F***, quando posso falar com ele?”

Raphael o contratou pouco depois, dando-lhe carta branca no estúdio, e Smith subiu ao desafio. Onde, digamos, George Michael teve um período frívolo com o Wham!, aproveitando a diversão do pop antes de se estabelecer em sua zona de conforto, completamente extenuado, Smith encarou com seriedade desde o início, se você teve seu coração recentemente quebrado, e pisoteado, é para ele que deve reunir.

Smith se torna desconfortável com a menção de seu nome ao lado de seus ídolos. Isso talvez seja porque a fama permanece, por enquanto, como um casaco mal ajustado. Ele diz que quer permanecer sã a todo custo. Ele ainda anda pelo metrô em Nova York. Não há detalhes de segurança em sua folha de pagamento, e quando ele vai a discoteca, ele vai com amigos, e não conselheiros. Ele comprou recentemente sua primeira casa, em Hampstead – o luxuoso bairro londrino, George Michael também chamou de casa – e vive com uma irmã e um de seus amigos mais velhos.

“Não consigo fazer as coisas pela metade, sinto cada emoção completamente”.

“Estou convencido de que é como você leva as coisas”, ele volta a dizer. “Se você não age como famoso, você não sentirá isso, e você não chamará a atenção. Quando eu vou para um clube gay agora, é na maioria das vezes bom porque eu estou lá para passar um bom tempo como todos os outros. Se eu acabar realmente bêbado e alguém vem até mim, eu sempre sou educado”.

Mas Sam pedirá para que eles evitem tirar fotos. “Porque eu estou bêbado, e eu ficarei horrível. Quem quer uma imagem ruim de si mesmo no mundo? “

Durante os primeiros dois anos, Smith sentiu-se em cima das coisas, em algum tipo de controle. Mas então, em 2015, ele concordou em creditar Tom Petty e Jeff Lynne como co-escritores em sua música “Stay With Me”, que tem um coro semelhante ao “I Will not Back Down” de Petty. Logo após o Grammy de 2015, ele começou a sofrer de insônia e um curioso caso de coceira. Ele teve doenças de início súbito antes: dois anos antes, era TOC. Agora ele não conseguia parar de se coçar. “Em todo o meu corpo, foi horrível”. O médico sugeriu que era simplesmente uma reação física a um cronograma tão implacável e as pressões do cotidiano, entre outras coisas, a pressão de, repentinamente ser considerado como porta-voz global da comunidade LGBT. “Eu adoro ser gay, adoro ser homossexual e representar minha comunidade”, diz ele. Mas ele também admite que ele não achou fácil.

Em seu discurso do Oscar em 2016, ele proclamou que ele era o primeiro homem abertamente gay a conquistar o prêmio, a sugestão implícita de que ele tinha quebrado barreiras. Mas já havia outros vencedores abertamente homossexuais, entre eles Elton John e Stephen Sondheim. A reação era tão previsível quanto inevitável, embora nova para Smith: uma grande ridicularização nas mídias sociais.

“Olha, eu era jovem, nervoso”, ele diz agora. “Eu cometi um erro.”

E então, suas cordas vocais sofreram hemorragia, exigindo cirurgia a laser. “E não tive permissão para falar por três semanas. Três semanas de silêncio total!” Ele ri. “E acabou por ser a melhor coisa que poderia ter acontecido para mim”.

Nos dois anos anteriores, se sua mãe ou pai – que se separaram quando ele tinha 18 anos – fossem visitá-lo em turnê, eles teriam que esperar nos bastidores com todos os outros. Ele havia abandonado o retorno de todos os seus telefonemas pela simples razão de que não havia tempo. “Perder o contato com eles e meus amigos me fez sentir que eu estava perdendo a função de operar como um ser humano. Então, para poder passar algum tempo ao seu redor após minha operação, e não poder falar, me permitiu ouvir e ser apenas. Eu tinha bastante comigo mesmo, era só eu por um tempo.”

“Você pode contar com os dedos de uma mão quantos artistas têm eclipsado um álbum de estréia tão grande”, diz Barnett. “O novo álbum de Sam representa um grande salto para ele como cantor e compositor, por isso é difícil não ter grandes ambições. Mas estamos dando um passo de cada vez “.

Sua cautela pode ser desnecessária. Assim como Adele invadiu a consciência global em 2015 com “Hello” depois de alguns anos de silêncio. O single “Too Good at Goodbyes” estreou no número 5 no Hot 100, e ele rapidamente adicionou 5 milhões de ouvintes mensais à sua página no Spotify. Tudo parece estar certo para outra canção em ascensão.

“Você sabe, pensei que, nesta fase, eu poderia começar a me sentir mais como uma estrela pop apropriada”, diz Smith, que, há alguns anos atrás, estava trabalhando como barman. “Mas eu não o fiz. Eu ainda me sinto como … Eu. Minha família ainda fala comigo como uma m**** e fico feliz. Isso me mantém normal.”

E “normal” significa controlar seus privilégios. Ele expressa pouco interesse em comprar ilhas privadas, ou jatinhos particulares para chegar até eles.

“Eu quero estar saudável”, ele diz, “e eu quero viver o maior tempo possível. Eu quero crianças, e quero abrir uma floricultura.” Seu rosto se enrubesce de riso. “Se um namorado se encaixar nesse mix em algum lugar, ficarei feliz. Mas se isso não acontecer, ficarei bem com as flores.”

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