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”Seria incrível” diz Rihanna sobre possível colaboração com Sam Smith

Rihanna concedeu uma entrevista ao jornal The Sun no último final de semana, onde a cantora revelou que não descartaria a possibilidade de uma parceria com o britânico Sam Smith, se houver oportunidades. Confira o que a mesma disse: 

“Ele é tão talentoso, seria incrível trabalhar com ele. Não importa o quão ocupados estivermos, quando dois artistas querem trabalhar juntos, dão um jeito”, disse Rihanna.

Ela ainda completou elogiando o cantor:

“Ele tem uma voz tão linda, é um compositor lindo, mas ainda mais importante, ele é uma pessoa linda, e isso fica visível através de suas canções.”

 

Sam Smith termina relacionamento com o modelo Jonathan Zeizel

O portal brasileiro de notícias da mídia, E! News, publicou sobre o término do relacionamento de Sam com o modelo Jonathan Zeizel. O cantor, declarou que conheceu o namorado durante a gravação de seu vídeo clipe “Like I Can”, e agora se separam após dois meses de namoro. Confira:

“Esta música é muito especial para mim, especialmente hoje, pois tive que fazer algo bem similar com uma pessoa que estava saindo”, disse o britânico ao apresentar sua música, “Good Thing”, que fala sobre fim de relacionamento. Apesar do fim do namoro, ele espera encontrar um novo amor. “Espero encontrar uma pessoa logo e, quando isso acontecer, acho que será mais difícil cantar este tipo de música, pois vou querer cantar algo mais feliz. Neste momento, quando estou nos palcos, me sinto muito bem, é como uma terapia todas às noites. A música me conforta”, acrescentou ele durante seu show no Toronto Air Canada Centre.

Após sua apresentação, o cantor de 22 anos agradeceu nas redes sociais aos fãs pelo apoio. “Tive um dia extremamente triste hoje, por isso agradeço à Toronto por me fazer sentir um pouco melhor. Às vezes, somente precisamos deitar na cama com um bom vinho, uma camiseta de futebol e ouvir Joni Mitchell. Foi um dia triste. Lindo show, mas dia triste”, publicou.

“Eu tenho permissão para ser eu mesmo”, Sam para a Out Magazine

Sam estará estampado na capa da revista americana Out, em sua edição especial deste final de ano, Out 100. Além do britânico, a revista terá mais três versões de capa, com a Ellen Page, o Zachary Quinto, e a Samira Wiley. Confira a matéria traduzida logo abaixo:

Já tivemos um pop star como Sam Smith? Num cenário atualmente comandado pelo hip-hop, pela EDM e Katy Perry, um homem tentando forjar uma carreira como um cantor de soul de olhos azuis de te fazer desmaiar parecia quase um absurdo. Mas um artista gay cujo álbum de estreia documenta seu amor não correspondido por um rapaz, alcançar o sucesso comercial? Isso parecia impossível. No entanto, em questão de meses, o cantor inglês de 22 anos dividiu opiniões para emergir como um dos novos talentos mais promissores de 2014.

“Eu não sinto pressão para viver de acordo com qualquer coisa” diz Smith, horas antes de fazer sua primeira aparição no The Tonight Show. “Eu digo o que penso, ajo como eu quero, posto o que quero postar. Não há ninguém me dizendo o que fazer. Perca peso, se vista assim, cante assim, escreva musicas assim. Eu tenho permissão para ser eu mesmo, e com todos os pesadelos que se escuta sobre essa indústria, eu nunca me importei.”
Desde junho passado quando Sam lançou seu álbum In The Lonely Hour, ele teve três singles na primeira posição das paradas do Reino Unido, ficou no topo da enquete da BBC “Som de 2014”, ganhou o prêmio BRIT Critics Choice de 2014, e proporcionou à audiência uma performance de “tirar o fôlego” de sua música “Stay With Me” acompanhado por um coral no Saturday Night Live (evento que ele chama de “horrivelmente assustador” mas também “um dos momentos mais felizes da minha vida”). Ele também revelou o vídeo para a faixa “Leave Your Lover”, um clipe que o mostra saltando em Paris com a modelo Daisy Lowe e um cavalheiro bem vestido. Os segundos finais revela que o era pelo rapaz que o Sam sentia certa afeição. Seis dias depois de o vídeo ser postado no YouTube, The Fader publicou uma entrevista com Smith na qual ele divulgou que seu álbum foi, de fato, inspirado por um homem pelo qual Sam havia se apaixonado mas não foi correspondido. A imprensa considera que esta tenha sido sua “saída do armário”, mas Smith explica sua sinceridade quase como um ato de necessidade. Se escrever o álbum foi um jeito de cicatrizar suas feridas e seguir em frente, as entrevistas deram a ele a oportunidade de sair ganhando. “Meu objetivo é contar para as pessoas como tem sido bom para mim, então homens gays ou pais de filhos gays podem olhar para minha história e pensar ‘Wow, é assim que tem que ser. É para isso que temos que trabalhar.’ Esse tem sido o meu motivo. Mas não quero fazer disso o assunto em discussão. Minha musica deveria ser o assunto, assim como minha voz.”

Na verdade, é o escalamento vocal de Smith, que pode mudar de um sussurro a um falsete de abalar as estruturas, que o levou ao topo das paradas. Na hora de seu lançamento, In The Lonely Hour subiu para a posição 2 no top 200 da Billboard, a venda mais rápida da história de um cantor solo britânico. Chame isso de efeito Adele. Um britânico gay assumido deixando seu coração à mostra com baladas de apaixonados provou ser exatamente o que a America quer.
O fato de sua sexualidade ter se tornado um mero detalhe na sua jornada esse ano, é uma prova de seu talento inegável. Ultimamente, são as musicas que falam mais alto. Simplicidade, honestidade despojada, ao que parece, é a nova formula para o sucesso. “Quando eu estava em estúdio, eu me esqueci completamente que em um ano meu rosto estaria estampado nas maiores cidades com a palavra ‘solitário’ embaixo” Diz Smith. “Quando aconteceu eu fiquei tipo ‘Wow, eu estou correndo o risco.” E contando que ele continue cantando o blues, é um risco que ele promete continuar a correr. “Musica é sobre alcançar as massas, ter uma mensagem, e tentar fazer alguma espécie de diferença,” Smith diz. “Musica, para mim, tem esse poder.”

Tradução: Sam Smith Brasil.

Sam Smith na revista Teen Vogue

A revista americana tão aclamada pelos adolescentes, Teen Vogue, em sua edição de novembro trará uma matéria com Sam, “A sensação do momento de 22 anos que roubou completamente os nossos corações”, título da mesma. Confira abaixo a matéria traduzida e o ensaio fotográfico:

“Eu queria tanto isso que teve um momento da minha vida que eu estava quase disposto a trazer algum tipo horrível de músicas adolescentes que eram básicas e eu só teria durado alguns meses.”
“Ser você mesmo pode ser um pouco assustador”, diz o rapaz cujo álbum de estréia alcançou o topo das paradas, cuja turnê de 2015 teve os ingressos esgotados em menos de uma hora, e seu single ganhou o certificado de platina três vezes. Mas apenas há um ano atrás, quando os editores da Teen Vogue procuraram na internet por “Sam Smith” para encontrar o rosto por trás da misteriosa mas memorável voz no hit do Disclosure, “Latch”, nada apareceu.
Voltando para os dias de hoje, quando pesquisa no Google Imagens por Sam Smith produzi resultados infinitos — Você encontrará um superstar que está se divertindo com Katy Perry, que é melhor amigo da Daisy Lowe, e está colaborando com Mary J. Blige e A$AP Rocky. Ele tem sindo regado com elogios e está pronto para a grandeza do Grammy. “No momento em que eu comecei a contar uma história, tudo se encaixou,” Sam explica sobre sua ascensão à fama. “Eu virei cantor pois tinha algo a dizer” A voz única, narrativa e ampla do cantor tem sido ouvida no mundo inteiro graças à sua balada recordista inspirada no gospel, “Stay With Me”. Mas o britânico que cresceu numa Cambridgeshire rural e trabalhou incansavelmente para fazer de seu ofício uma carreira, nunca imaginou que estaria no Video Music Awards da MTV em pé (ou, em suas próprias palavras “quase desmaiando”) no camarim da Beyoncé ouvindo a Queen B dizer, “eu amo a sua musica — sua voz soa como manteiga!”
Como vários jovens cantores, Sam passou anos entretendo os convidados para o jantar de seus pais, participando de produções musicais de teatro locais, e fazendo aulas de canto. Mas o dinheiro de sua família acabou, seus pais se divorciaram, e a única luz no fim do túnel era os banheiros que ele estava lavando em Londres com 18 anos. “Eu queria tanto isso que eu estava disposto a me vender completamente para virar um pop star pois eu era pobre” ele relembra. “Ninguém estava me elogiando mais, então eu comecei a desacreditar. Eu pensei, eu vou ter que me vestir de um certo jeito, perder peso e cantar um certo tipo de música. Mas a verdade é que eu estava bem do jeito que eu estava.”
O que separa Sam do outros é que seu tipo de confissão é profundamente crua e honesta — as vezes vergonhosamente. “Eu fico no palco com vontade de chorar por tudo aquilo, pois as pessoas conhecem o meu trabalho. Vocês todos me conhecem” ele insiste. “Você pode ler quantas entrevistas você quiser, mas se você escutar meu álbum, eu estou dizendo, aquilo sou eu”. O álbum do Sam “In The Lonely Hour” é como um querido diário cuja chave é dada aos fãs. “Eu me apaixonei por alguém ano passado, mas ele não correspondia” Sam revela. “Eu excluí ele do meu Whatsapp e eu senti como se tivesse rompido com ele. No disco você pode ouvir um coração partido, e tem uma beleza nisso que eu sempre terei como um tesouro.”
Ele é um entusiasta da moda e da gastronomia auto-proclamado, e um grande fã de Whitney Houston, Amy Winehouse, Stevie Wonder e Anna Wintour. “Quando criança, eu colecionei a Vogue por três anos,” Sam admite “meus brincos de cruz é uma mini declaração; eu uso elas todos os dias. Meu sonho é ser icônico, e o jeito que você se veste é muito importante.”
Sam declarou publicamente que ele nunca esteve em um relacionamento sério, mas ele certamente está aberto a isso. “Eu adoro a ideia de ter uma casa, um filho, um marido e um cachorro” ele ri “e eu também quero abrir uma cafeteria e uma floricultura algum dia, provavelmente na Itália”. Para Sam, seu futuro ideal é mais sobre ser comum do que sobre ser famoso. “Só por você estar vendendo shows, não significa que você merece melhor tratamento do que a pessoa da casa ao lado”.
O artista modesto é capaz de se conectar com a audiência em mais de um jeito. Ele é um terapeuta musical para muitos que procuram conforto, e uma voz para os que precisam ser ouvidos. “Toda essa coisa de eu ser gay, não teve nenhuma reação, o que é algo lindo sobre a nossa geração e como as coisas estão ficando um pouco melhor.” Sam diz. E como seu Instagram (@samsmithworld), sugere: Em seu universo, estamos todos cantando juntos.

ENSAIO FOTOGRÁFICO

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Tradução: Sam Smith Brasil.

Sam Smith se declara fã de Lady Gaga e diz que ela o inspirou a se tornar cantor

O motivo de Lady Gaga ter enviado um tuíte emocionado ao britânico Sam Smith acaba de ser revelado. No último dia 11, a estrela pop escreveu em sua rede social: “Você é tão especial, meu querido. Seu email me fez chorar Sam Smith. Com sua voz de anjo, você não precisa de permissão e nem conselho, você é perfeito”.

Em recente entrevista à rádio 103.3 AMP, de Boston, a voz de “Stay With Me” revelou o conteúdo da mensagem.”Eu escrevi um email para ela basicamente dizendo: ‘Me lembro de ter 17 anos, fazendo fila para entrar no seu show, sonhando em fazer o que você faz e entrar na indústria da música”, disse.

“A coisa que mais admiro nela é o esforço e o que ela fez para entrar na indústria. Eu continuei a mensagem dizendo: ‘Muito obrigado por me inspirar a fazer isso, pois parte da razão de eu estar aqui agora é por sua causa”, concluiu o cantor, acrescentando que ela ficou tocada.

Fonte

Sam Smith fala de sua homossexualidade para à The Fader

No início deste ano, precisamente em abril, a revista americana “The Fader”, viajou até Berlim para realizar uma matéria com Sam, a entrevista foi inteiramente voltada à homossexualidade do cantor britânico. Confira abaixo a matéria traduzida e adaptada pela nossa equipe:

Passei um tempo com Sam Smith durante dois dias em Berlim no início deste ano, para um dos nossos quatro “FADER 92 Summer Music Issue cover stories”. Duas semanas antes do seu aniversário de 22 anos, ele foi realizar uma turnê européia em divulgação do seu álbum de estréia, In The Lonely Hour. No momento em que nos encontramos onde ele estava hospedado em Kurfürstendamm, Smith já havia dito aos jornalistas que a história por trás da inspiração para o seu álbum, foi ele ter se apaixonado por alguém que não o correspondia. Conversamos longamente sobre o amor e relacionamentos, e Smith falou sobre o seu primeiro namoro com os olhos arregalados e com a inocência de alguém que tinha interiorizado a idealização do que é emoção. Fazia sentido: o auto-proclamado romântico, ele era jovem e inexperiente. Eu, a duas semanas do dia 31, em troca me abri para ele, mesmo compartilhando que a maioria dos meus relacionamentos, significativos ou não, foram com mulheres. Voltamos ao assunto do amor não correspondido, e pela primeira vez, Smith parou de usar os pronomes de gênero neutro (“alguém”) quando se discute o objeto de sua afeição, e em vez disso, dizia “ele”.

Não era importante. Depois, ele revelou que tinha se apaixonado por um homem, a conversa continuou abertamente e bastante casual. Ele nunca qualificou-se “gay”, e nem utilizou a frase “sair do armário” na entrevista; O seu pai, por sua vez, não rotulou o cantor e deixou ele escolher o que seria.

Smith enfatizou que ele estava confortável com a sua sexualidade, e expressou o desejo de apresentá-la ao público como uma “normalidade” que não precisa de discussão ou atenção especial. “Eu fui tratada tão normal quanto qualquer um na minha vida; Eu não tive problemas“, disse ele. “Eu sei que algumas pessoas têm problemas na vida, mas eu não tenho, e é tão normal como o meu braço direito.Quero fazer-lhe uma normalidade, porque este não é um problema. As pessoas não perguntam diretamente a outras essas perguntas.

Smith assume algum privilégio aqui; é mais fácil para normalizar estranheza, não tornar-se um problema usando a aceitação é o que você sempre soube. De muitas maneiras, eu posso identificar com ele. Eu presumo que um monte de privilégio, também; Eu sou um, mulher magra, branca, de cabelos loiros, olhos azuis formação universitária sãos, que, fisicamente, se alinha com a ideia socialmente construída da feminilidade. Este privilégio muitas vezes me permite “passar” como heterossexuais, uma orientação que vem junto com um grau ainda maior de privilégio social. Por essa razão, eu sou muitas vezes rápido a notar minha orientação sexual para os outros, sempre que o assunto da sexualidade é abordada. Embora, como Smith, eu diria que ser gay se sente normal, há um paradoxo no jogo aqui, um dos quais Smith, como qualquer pessoa estranha com uma plataforma pública, é certamente bem ciente: visibilidade e ativismo gay são fundamentais para a igualdade. Mas a visibilidade, publicamente reconhecendo-se ser diferentes, corre contrárias ao ideal de assimilação cultural. Na verdade, é o oposto de se misturar.

Qual exposições Smith, em parte, é a ideologia pós-gay, “post-gay” ser um termo cunhado pelo jornalista britânico Paul Burston em 1994 para conotar a dissociação intencional de certos estereótipos dentro da cultura gay. Em um  artigo acadêmico para a Universidade de Princeton, professor de sociologia canadense Amin Ghaziani aponta que o termo encontrado uma audiência americana quatro anos mais tarde, quando ORevista ut editor James Collard empregada a frase para afirmar que gays não precisam mais se definem por sua sexualidade. Ideologia pós-gay é frequentemente utilizado como um meio de assimilação cultural (ou seja, nós somos todos iguais por dentro!), E é abundante na atual cultura popular. Programas de televisão como Showtime Queer as Folk e The L Word , por exemplo, que foram construídos em torno de seu, bem, homossexualidade, foram suplantados por programas como da HBO Looking , da ABC Modern Family ou da FOX Glee , onde personagens gays aparecem nas histórias, mas sexualidade não é a história. Enquanto a marcha pela igualdade exige alguma variação da ideologia pós-gay, considerando estranheza um não-problema (porque, bem, olhe o quão longe nós viemos!) Pode tornar-se sinônimo de um tipo de status quo político. Ele faz pouco para fazer avançar a causa dos ativistas envolvidos na luta pelos direitos dos homossexuais; nem fazer nada para aqueles que, ao contrário de Smith, atualmente enfrentam problemas reais que rodeiam a sua estranheza.

Na semana passada, Gawker escritor rico Juzwiack  dissecou alguns comentários recentes Smith fez sobre namoro e hook-up aplicativos populares, como estopa e Grindr, o último dos quais é para uso exclusivo dos homens gays. Na  entrevista em questão , Smith disse que ele não usa qualquer aplicativo, preferindo conhecer pessoalmente.

“A questão é menos:” Se a homossexualidade é tratada como uma não-questão, é que se torna um não-problema ? “do que” Como podemos reconhecer diferença enquanto ainda estamos defendendo a igualdade? “

Em conflito com o artigo Juzwiack, perguntei S. Pérola Brilmyer, professora assistente de Inglês na Universidade de Oregon, que se especializa em estudos queer, para compartilhar alguns de seus próprios pensamentos sobre a ideologia pós-gay, e, em particular, o desejo de Smith que sua sexualidade ser visto como “normal”. Brilmyer voltou para mim com a sugestão de que a afirmação da sexualidade como uma “não-questão” é uma atitude mais de acordo com uma ideologia chamada homonormativity, aquela que não busca ao protesto social e as normas culturais tanto como mantê-las. Para entender homonormativity, é importante entender a heteronormatividade. Este último é um pressuposto ideológico que todos estejam em linha reta, e que o seu comportamento se alinha com seu sexo, que se alinha com seu sexo biológico. Por exemplo, é o pressuposto de que qualquer homem biológico vai fazer sexo exclusivamente com mulheres biológicas, e agir masculino, como a construção social dos ditames de gênero. Por outro lado, as mulheres vão dormir exclusivamente com os homens e agir feminino. Homonormativity, ao contrário heteronormatividade, não assume que todo mundo é gay, mas se aplica normas heteronormativas para a comunidade gay. Esta ideologia gay depende fortemente de assimilação cultural, dissociação de estereótipos gays e agindo de forma socialmente mais aceitos como normais. É particularmente ligada ao consumo e classe média sensibilidades capitalistas: a crença, por exemplo, que as pessoas podem dormir com pessoas de qualquer gênero preferido, mas que eles ainda devem esforçar-se para o casamento, uma casa nos subúrbios e vida familiar. Em outras palavras, gays devem agir reto. Brilmyer escreve em seu e-mail para mim:

“[Homonormativity] é muito prejudicial na medida em que perpetua a noção de que a normalidade é uma condição prévia para a igualdade. É claro que o desejo de apresentar a cultura gay como ‘normal’ deriva do desejo de promover a causa-persuadir aqueles que possam ser ameaçados por aqueles que são diferentes deles, convencendo-os de que aqueles que parecem diferentes são realmente ‘o mesmo. ‘ (E, com certeza, isso pode ser uma estratégia eficaz.) Mas, no processo, ele apaga a própria diferença que se propõe a defender. Para mim, a questão é menos: “Se [a homossexualidade] é tratado como um não-problema, é que se torna um não-problema ?,” do que “Como podemos reconhecer diferença (todas as questões!) Enquanto ainda defendendo a igualdade? Como podemos convencer os outros de que devemos acabar com a discriminação não, porque todo mundo é realmente, no fundo, “o mesmo”, mas precisamente porque são diferentes e nós queremos preservar essa diferença e permitir ainda mais diferenças a surgir? ‘”

É irrealista pensar que Smith, ou aqueles que, como figuras públicas em posição de significativa influência, poderia representar todas as coisas para todas as pessoas. Ele é, de certa forma, um bode expiatório; ele é jovem e inexperiente, e não pode deixar o seu passado privilegiado. Sua neutralidade, embora não intrinsecamente certo ou errado, pode também ser uma espécie de máscara profissional; ele é uma estrela pop em ascensão, afinal de contas, e considerando-se os principais interesses de dinheiro rótulo importantes em jogo, é bem possível que a sua apresentação pública gay é muito diferente do que ele realmente é, em sua vida pessoal. Mas há uma armadilha de ser uma figura pública e optando por normalização, uma que Brilmyer resumiu muito brilhante para mim em seu e-mail: “Mesmo se isso é o que  ele  realmente quer, por que não usar sua posição de privilégio para dizer ao mundo que está tudo bem se você não quer isso, se os seus desejos são estranhos, se sua família não aceita, se você não consegue um emprego por causa de sua apresentação de gênero? A igualdade deve ser concedido apenas para aqueles que são “como” a maioria (ou quem está no poder) e, portanto, devemos incentivar estranhas pessoas em todos os lugares para não fazer a sua sexualidade ‘um problema’, de modo que eles vão parecer menos ameaçador? Ou devemos canalizar nossas energias para a luta pelos direitos para aqueles que não têm ou nunca vão ser “tratado como normal” por causa de sua raça, sexualidade, promiscuidade, identidade de gênero, etc? “

Embora possa ser injusto esperar Smith para atender todas as expectativas imposta a ele pelo público, especialmente em tal jovens de diversas idades e eles inevitavelmente vão ter que lidar como ele continua a definir-se aos olhos do público. Antes que ele possa responder aos seus críticos, ele precisa responder a si mesmo. Isso leva um monte de aprendizagem e um monte de vida, o que Smith tem realmente apenas começando.