Sam Smith espera que sua música inspire respeito pela comunidade LGBT

Sam Smith revelou que, enquanto ele querer ser relacionável ​​com pessoas de todas as esferas da vida, seria surpreendente se ele podesse inspirar as pessoas a mudar a sua opinião sobre o que significa ser gay em uma sociedade tão crítica. Durante uma nova entrevista reveladora com a revista britânica NME, Sam admitiu que ele sempre foi fiel a si mesmo onde sua sexualidade não o preocupa e espera que a sua auto-confiança irá influenciar os outros: “Eu sou um homem gay que se assumiu quando tinha 10 anos, e não há nada na minha vida que eu estou mais orgulhoso. O que eu estava tentando dizer era que eu não queria que o álbum fosse apelar a apenas em uma comunidade, eu queria que ele apelasse para todas elas. Eu não queria que ninguém, gay ou hétero, não fosse ser capaz de se relacionar comigo por que eu canto sobre os homens, como eu era capaz de se relacionar com Stevie Wonder ou John Legend cantando sobre meninas. Eu quero ser um porta-voz.” Smith acrescentou que é importante estar consciente do fato de que os países, onde os “gays são mortos” estocaram seu álbum e ele quer que isso talvez comece a mudar as opiniões das pessoas:  “Eu quero ser uma figura na comunidade gay, que fala para homens gays. Eu vendi discos em países onde os gays são mortos e isso é uma grande coisa para mim, porque talvez uma pessoa em que o país pegará o meu álbum, percebe que é um artista gay, e que isso poderia mudar a sua opinião.”

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